Para qualquer obra que exija licenciamento camarário — construção nova, ampliação, alteração de fachada ou mudança de uso — sim, é obrigatório por lei. Para remodelações interiores que não mexam em estrutura, não é obrigatório, mas o resultado e a coordenação da obra costumam justificar o investimento.
Depende sobretudo da área, da complexidade e do tipo de intervenção. Garantimos sempre um orçamento detalhado e sem surpresas antes de iniciar — preferimos ser claros do que prometer pouco.
Depende do âmbito da intervenção, da complexidade do projecto e dos prazos da câmara em que se insere. Apresentamos uma calendarização realista logo após a primeira reunião e mantemos o cliente informado em cada etapa.
Sim. Acompanhamos o processo do início ao fim em qualquer câmara municipal. Tratamos da entrega das peças, respondemos às exigências técnicas e mantemos o cliente informado em cada etapa.
Embora estejamos sediados em Lavra, Matosinhos, temos projectos em todo o país — do Porto, Vila do Conde, Vila Real e ao sul de Portugal. Não temos limites geográficos: se o projecto fizer sentido, deslocamo-nos.
Sim. Já recebemos vários projectos abandonados a meio e conseguimos finalizá-los, incluindo casos em que o licenciamento já estava bloqueado. Pedimos para vermos as peças existentes e fazemos um diagnóstico antes de avançar — sem compromisso.
Claro. Fazemos desde projectos de decoração e selecção de mobiliário até intervenções mais profundas no espaço interior. Cada projecto adapta-se ao orçamento e às prioridades de quem o vai habitar.
A primeira reunião é gratuita e sem compromisso — presencial ou por videochamada. Ouvimos o que quer fazer, e em seguida enviamos uma proposta clara com âmbito e honorários. A partir daí, o ritmo é seu.